terça-feira, 10 de agosto de 2010

Jogo Anti- Desportivo



Parece que nosso esporte ainda faz sucesso por aí, vai dizer? Ontem, na Revista do Jornal O Globo, saiu uma pequena mas esclarecedora reportagem sobre o Futebol de Botão e seus jogadores. Explica, entre outras coisas, que o jogo é 100% brasileiro e foi criado em 1930 por um sujeito chamado Geraldo Décourt. Tudo bem, nada na matéria sobre a nossa nobre arte de desenhar escudinhos . De qualquer forma foi uma reportagem simpática e que presenteou os leitores com pelo menos um link interessantíssimo: o da página do Eskanteio, um jogo de botão online muito bem feitinho. Você joga desafiando outros jogadores em tempo real. Já fui lá, testei e confesso que matei um pouco as saudades de jogar. Para quem vive sem tempo e encangado no computador o tempo todo, foi bem legal. so que ultimamente está acontecendo muito anti-jogo, ceras , macetes, etc... Que não são legais muita gente utiliza disso para tirara vantagem sobre o adiversario , deixando o adversario sem poder jogar isso na verdade estraga a partida e fica ruim de jogar ,,, vamos jogar limpo ...

jogo De futebol de Botão

Viciados Em Games




Mais de 7000 mil jogadores de computador participaram da pesquisa. Ela foi realizada da seguinte maneira: Os participantes foram divididos em 2 grupos: os do que jogam excessivamente e os que jogam moderadamente.

Os cientistas mandaram estímulos visuais com imagens do dia-a-dia e imagens de jogos aos cérebros dos voluntários, com alguns estímulos sonoros “de dar arrepio” através de aparelhos como: Electromiograma (EEG) e Electroencefalograma (EEG). Em seguida, analisaram as atividades cerebrais dos jogadores.

Os resultados dos testes indicaram que jogadores compulsivos, apresentaram uma maior atividade cerebral quando expostos a imagens dos jogos, ao passo que, quando foram expostos a imagens comuns, vistas diariamente, suas ondas cerebrais, não responderam do mesmo jeito. Esses também se assustaram menos aos barulhos que foram submetidos quando estavam jogando.

Isso indica que os jogos provocam associações positivas aos seus cérebros dos jogadores. Comportamento cerebral parecido com os de viciados em bebidas e a maconha. E, assim como no caso das drogas, a sensação de bem estar causada pelo jogo, é desejada novamente. E quando se joga de novo para saciar esse desejo, o cérebro dos jogadores lhes envia outra vez uma mensagem de recompensa por estarem jogando. Quando essa mensagem se torna repetitiva, o cérebro libera neuro-transmissores de dopamina, que causam uma felicidade semelhante a causada pela bebida, que pode se tornar um vicio. Isso acontece com um em cada 10 jogadores excessivos de jogos eletrônicos.